Câmera na Estrada

Fotografia, viagem e os dois juntos!

Category: Viagem (page 1 of 30)

Foto da Segundona – 24-09-2018

Toda segunda-feira, uma foto de um lugar legal pra começar bem a semana.

santo andorinhas

Foto: www.cameranaestrada.com

Salto Andorinhas, Ascurra, Brasil

Foto da Segundona – 10-09-2018

Toda segunda-feira, uma foto de um lugar legal pra começar bem a semana.

praia do porto fernando de noronha

Foto: www.cameranaestrada.com

Praia do Porto, Fernando de Noronha, PE

Foto da Segundona – 27-08-2018

Toda segunda-feira, uma foto de um lugar legal pra começar bem a semana.

Foto: www.cameranaestrada.com

São Paulo vista do Farol Santander

26 anos sem Christopher McCandless

Foto: Christopher McCandless

Christopher McCandless era um aluno exemplar, formou-se com louvor aos 22 anos na Universidade de Atlanta. Poucos dias após a formatura porém, desapareceu. Dois anos depois, foi encontrado morto em um ônibus abandonado no Alasca, em Agosto de 1992.

Intrigado com a história contada nos diários de McCandless, o escritor Jon Krakauer escreveu o livro Na Natureza Selvagem (Into the Wild), contando a trajetória do jovem nos dois últimos anos de sua vida. O livro, um sucesso de vendas, foi transformado em filme com o mesmo nome por Sean Penn em 2007, com trilha sonora primorosa composta por Eddie Vedder, vocal do Pearl Jam.

McCandless doou seu fundo universitário de US$24.000 para caridade, abandonou seu carro, mudou seu nome para Alexander Supertramp e caiu na estrada, sem destino. No seu caminho, conheceu lugares e pessoas, inspirou e foi inspirado, viveu com intensidade até decidir sobreviver por seus próprios meios por algum tempo na natureza selvagem do Alasca. Conseguiu por mais de 100 dias porém, sua inexperiência tornou o final de sua jornada fatal.

A história divide opiniões, alguns o vêem como um exemplo, outros como um imaturo suicida. Em minha opinião, a fatalidade foi apenas um dos possíveis finais. McCandless (ou Alex Supertramp) fez algo que 99% dos humanos que passaram por esse planeta jamais fizeram: foi livre. Viveu as possibilidades de sua vida, mudou a visão de outros e poderia hoje talvez, estar mostrando ao mundo uma nova alternativa de vida. Errou e pagou o preço. Independente das opiniões, o filme é obrigatório pra todos aqueles que adoram viajar.

Operação Abacaxi: De carro do Brasil ao Canadá em 1955

operação abacaxi

Foto: Operação Abacaxi | Overlander

Ir de carro do Brasil até o Canadá é o sonho de muita gente mas poucos viajantes corajosos já percorreram essa jornada. Agora, imagina alguém fazer isso em 1955 sem GPS, sem google, sem booking.com e nenhuma das facilidades que temos hoje em dia.

Foi isso que os jovens Hugo Vidal, Charles Downey e Jan Stekly fizeram há mais de 60 anos. O objetivo dos três jovens aventureiros era participar do Jamboree, um grande encontro de escoteiros. O veículo usado foi um Jeep Willys CJ-3B adaptado para a aventura. Na época, diversas empresas se interessaram pelo projeto e ajudaram a custear a viagem como patrocinadores num custo total de US$4500, dinheiro considerável para a época. Assim nascia a Operation Pineapple ou Operação Abacaxi.

O trio percorreu 73000 quilômetros dirigindo pelo asfalto, terra, lama, areia, gelo e neve. Chegaram inclusive a tombar o veículo na Costa Rica e tiveram o veículo revisado pela matriz da Jeep em Ohio. Esse mesmo veículo hoje está restaurado e pode ser visto em alguns eventos em que o Sr. Vidal participa.

Uma feliz coincidência

Durante a viagem, o trio de aventureiros da Operação Abacaxi se hospedou num lodge em Whitehorse, no norte do Canadá. Alguns anos depois, um incêndio destruiu o lodge. Décadas mais tarde, o livro de registros foi encontrado intacto e nele, o desenho do jeep feito durante a expedição. E, mais de 60 anos depois, o Sr. Vidal, único dos três ainda vivo, foi convidado pelo escritório de turismo do território de Yucon para voltar à lendária Alaska Highway para a comemoração de 75 da estrada e 150 anos do Canadá.

operação abacaxi

Em 2018, foi lançado o livro “Operação Abacaxi, Flashes de uma Aventura”, contando a história dessa viagem pioneira e mostrando as fotos feitas pelo caminho. Para adquirir o livro, acesse o site da Editora Overlander.

Foto da Segundona – 13-08-2018

Toda segunda-feira, uma foto de um lugar legal pra começar bem a semana.

silla del diablo

Foto: www.cameranaestrada.com

Silla del Diablo, Puerto Natales, Chile

Foto da Segundona – 06-08-2018

Toda segunda-feira, uma foto de um lugar legal pra começar bem a semana.

Intrepid - Museu Aeroespacial

Foto: www.cameranaestrada.com

Porta aviões Intrepid – Museu Aeroespacial, New York, EUA

Dica de passeio – Jardim Botânico de São Paulo

jardim botânico de são paulo

Foto: www.cameranaestrada.com

O Jardim Botânico de São Paulo é uma ótima opção de passeio pra quem quer um lugar tranquilo no meio da maior e mais agitada cidade do Brasil. Fundado em 1928, o jardim foi criado para a preservação das nascentes do Rio Ipiranga e de uma grande área de mata nativa no entorno. O local também tem a função de estudo e preservação de espécies de plantas nativas do Brasil.

Apesar de estar completando 90 anos, não é todo mundo que conhece o lugar, inclusive muitos paulistas. Dificilmente você vai encontrar o lugar lotado e é uma ótima opção pra quem está a fim de relaxar da correria da cidade. São 360.000m2 de matas, jardins, lagos, trilhas e estufas. Além das plantas, é possível encontrar uma fauna variada original da mata atlântica como aves, lagartos, insetos, preguiças e macacos. Essa variedade toda atrai muitos fotógrafos de natureza e também de casamento pra pré-weddings (lembrando que fotografias comerciais devem ser autorizadas e estão sujeitas a taxas). Costumo ir lá quando estou sem tempo ou dinheiro pra viajar e quero fazer umas fotografias de natureza.

Como o local não é um parque, não são permitidas algumas atividades como bike, skate, atividades esportivas coletivas ou o uso de aparelhos de som. Resumindo, é um lugar pra relaxar mesmo e vale a pena uma visita.

O Jardim Botânico de São Paulo abre de terça a domingo e feriados (incluindo feriados às segundas-feiras) das 9 às 17h e fica na Av. Miguel Stéfano, 3031, São Paulo. O ingresso custa R$10,00 por pessoa e tem meio ingresso para estudantes. Crianças de até 4 anos, idosos acima de 60 e portadores de necessidades especiais são isentos de ingresso. O estacionamento custa R$15,00 para carros e R$10,00 para motos. O local também tem restaurante e loja e lembranças.

Mais informações no site oficial.

(Fotos: www.cameranaestrada.com)

jardim botânico de são paulo

 

jardim botânico de são paulo

jardim botânico de são paulo

jardim botânico de são paulo

jardim botânico de são paulo

 

Meu kit de sobrevivência

www.cameranaestrada.com

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Costumo viajar sozinho com certa frequência e muitas vezes, vou a locais pouco frequentados através de estradas e trilhas onde passam poucas pessoas e de difícil acesso. Estar sozinho em locais ermos não é a prática mais recomendada então é preciso estar preparado para imprevistos, ou seja, ter tudo à mão de modo a se virar sozinho no caso de um acidente, veículo quebrado, bloqueio do caminho de volta ou simplesmente se eu me perder.

Mesmo que não esteja indo para um lugar isolado, carrego comigo um kit de sobrevivência com o suficiente para me manter durante alguns poucos dias. O conjunto todo fica dentro de uma bolsa compacta e resistente com cerca de 1kg. Abaixo a lista de itens que carrego nele:

  • Canivete suíço com o máximo de funções possíveis
  • Faca com serra e quebra vidro (mantida sempre afiada e com bainha)
  • Isqueiros, fósforos à prova d’água e pederneira
  • Corda/paracord
  • Fio dental (compacto e muito resistente)
  • Rádio de comunicação
  • Lanterna de cabeça com lâmpadas de LED (baixo consumo)
  • Pilhas extras para todos os equipamentos
  • Cobertor de emergência (também pode servir de barraca)
  • Espelho de sinalização
  • Kit de costura (para reparos em roupas e mochilas)
  • Cotonetes, algodão, gaze, band-aid e esparadrapo
  • Medicamentos diversos (seu médico pode fazer a lista)
  • Capa de chuva
  • Apito
  • Bussola
  • Anzol, linha e chumbo
  • Pastilhas purificadoras de água
  • Garrafa dobrável
  • Telefone celular protegido em saco tipo ziplock (comunicação, gps e manuais de sobrevivência)
  • Carregador solar
  • Barras de proteína e carboidratos

Lembrando que, mais importante que o kit, é saber usa-lo. Você pode ter informações no celular mas não dependa dele, tenha ao menos o básico na memória. Antes de sair, verifique a validade dos alimentos e medicamentos e reponha o que usou. E o mais importante, previna-se pra nunca precisar usar seu kit de sobrevivência.

Foto da Segundona – 30-07-2018

Toda segunda-feira, uma foto de um lugar legal pra começar bem a semana.

Ilhabela

Foto: www.cameranaestrada.com

Ilhabela, SP, Brasil

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